Se lançar e parar de orbitar o centro gravitacional que nos prende à forma convencional. Navegar pelo espaço de curtas e distantes nuances, em que a única certeza é a incerteza. E no paradoxo do tempo, que reje e nos faz perder a referência quanto mais se mergulha no improviso.
Tocar é morrer.
E se morrer for o sentimento eterno da comoção diante do sublime, imagine experimentar as infinitas possibilidades de uma mente livre pelos astros, planetas, buracos negros, estrelas anãs. Bem como presenciar as micro-realidades ou até participar pegando carona em uma partícula de neutron que colide com núcleos gerando infinitos choques que movimentam a teia da vida. Somente em nossa mente temos acesso às infinitas realidades. O Improviso é despertar que não existe certo nem errado. Só existem possibilidades. Assim como tudo aquilo ao nosso redor. Que assim seja, que dancemos conforme a música...
Carneiro
postado por Carneiro #
22:23